Consumo

Consumo colaborativo e consertos: pratique a sustentabilidade

O consumismo proposto pelos países industrializados já se mostrou extremamente danoso ao meio ambiente, seja por meio de resíduos tóxicos ou pelo excesso de lixo produzido. Com a nova geração cada vez mais engajada nas questões ambientais, surge o modelo de consumo colaborativo que tem uma proposta sustentável.

Confira neste post o que é esse novo modelo e alie essa prática sustentável para ajudar a reduzir gastos. Acompanhe!

Consumo colaborativo

Apesar de ser um conceito relativamente novo, essa prática sustentável já existia de certa forma no Brasil e tem se adaptado às novas tendências mundiais.

Trata-se de um modelo de consumo no qual você pode comprar produtos usados de outras pessoas, alugar um carro que você não usa ou até mesmo trocar mercadorias que sejam benéficas para as duas partes.

Não existe uma regra definida. Sendo assim, cabe aos indivíduos envolvidos no processo discutirem um acordo que agrade as duas partes. Tais acordos podem ser variados, valendo desde a compra e venda de mercadorias até empréstimos de outras.

Vantagens

Além da flexibilidade na hora de adquirir um novo produto, esse tipo de medida é extremamente benéfica ao meio ambiente, uma vez que diminui o consumo desenfreado.

Ao desestimular o consumo, a produção de resíduos tóxicos ao meio ambiente também diminuirá. Assim como o uso de recursos não renováveis da Terra, como o plástico proveniente dos combustíveis fósseis.

Além disso, por serem de segunda mão, os preços são muito mais baixos do que os encontrados em lojas convencionais, o que permite aos consumidores aumentarem suas receitas no fim do mês. Com o dinheiro extra, você pode começar a organizar uma viagem de férias com sua família, por exemplo.

Consertos

Outra medida sustentável que tem ganhado cada vez mais destaque são os consertos de produtos já adquiridos.

Quando sua televisão deixar de funcionar, em vez de comprar uma nova, já pensou em consertá-la? Essa prática pode ajudar a economizar uma quantia significativa, além de ser outra maneira de desestimular o consumismo.

Apesar de no Brasil não ser tão comum, já existem países como a Suécia em que a incidência de impostos no processo de consertos é menor.

Com essa nova medida, o conserto de uma geladeira quebrada que antes custaria 150 reais acaba saindo por 120. Apesar da pouca diferença, o governo acredita que esse tipo de medida pode estimular a população a recorrer mais a esse recurso.

Colocando em prática

Atualmente já existem sites como o Permuta Livre e o 1001 Trocas que oferecem além das opções de compra e venda também a de troca.

Além disso, é possível encontrar no Facebook diversos grupos como o Projeto SEUMEUNOSSO que também compartilham dessa proposta. São doados, vendidos e trocados móveis, roupas e diversos outros artigos.

Vale destacar que nem sempre você vai encontrar o que procura de cara e às vezes é preciso gastar um bom tempo em pesquisa, mas o custo-benefício tanto individual quanto ambiental fazem dessa uma prática muito benéfica.

E você, está pronto para adotar o consumo colaborativo? Curta nossa página do Facebook e fique por dentro das novas tendências!

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